Uau, uau, uau!! Hoje teve o segundo debate na ABRA, dessa vez com as Editoras Via Lettera, Opera Graphica, Mythos e Conrad. O debate começou às 19:00, e estava previsto para terminar às 21:00. Porém o tema ficou tão interessante e com MUITO o que falar, e acabou terminando só 22:30! Eles discutiram sobre como é adaptar histórias estrangeiras no Brasil, o fenômeno do mangá, a rotina deles (estressante!), voltaram até no tempo, comentando alguns movimentos vanguardistas na área de quadrinhos (bom, eu simplesmente BOIEI, mas tá valendo... -_-'), as etapas da publicação de uma revista (agora eu entendo o por quê dos eventuais atrasos, não é culpa da editora...)
Tem uma publicação da Via Lettera que fica nas bancas, para a qual eu nunca prestei atenção. Trata-se da revista/álbum "FRONT", que é como se fosse um "fanzine BEM chique", ou um "mix de quadrinhos (e afins) brasileiros". Acho que vou espiar uma na banca...^^
Até agora estou gostando muito do que estou vendo sobre essa área. Será que vou mudar de opinião quando eu experimentar o estresse que é trabalhar sério nisso? Não sei.... uma coisa que os editores estavam de acordo: para os iniciantes o melhor é começar com fanzine (todos eles já foram fanzineiros [não de mangá!] também!)
Não sei se vou conseguir algo nessa área (porque vocês sabem, se Deus não quiser, não vai dar certo). Um dos meus sonhos até agora ainda é fazer mangás do tipo "Re-Ação Positiva", educativo. Os fanzines que li até agora parecem repetir as fórmulas de "Sailor Moon", "Dragon Ball", "Evangelion" etc... sempre as já conhecidas cenas de luta, a saga de um ser extraordinário, a trilogia (ou mais) de ficção científica, os robôs, etc... sinto que isso tá ficando meio desgastante (e desgastado!) Por isso que eu tô com essa idéia (meio) fixa de fazer alguma coisa diferente...
Depois do trabalho braçal de desenhar e finalizar uma história, não tem coisa mais gratificante de ver uma pessoa sorrir enquanto lê o seu trabalho finalizado! *snif* Não quero pensar em fama, porque fico meio acuada. Acho que prefiro ficar mais "na sombra". Fama corrompe o ser humano, e não gosto da idéia.
Eu gostaria talvez de ser uma free-lancer, aquela que "caça" oportunidades aqui e ali, ganhando bicos por trabalho feito, e não por contrato feito com editoras, e tal. Não sei ainda, até agora são apenas devaneios (ainda).
Depois dos primeiros dois dias de trabalho na firma do meu pai, tô me sentindo "A Derrotada" em pessoa. Atrapalhada até não poder mais; lerda que é uma tristeza; não sabe lidar com os clientes no telefone; se o meu patrão não fosse o meu pai, essa pobre "estagiária" que eu sou já teria levado (outro) pé na bunda da empresa! T_______T *snif, snif!* Espero que até o meio do mês eu pegue alguma prática. Não tô nem um pouco afim de dar prejuízo...
Por hoje é isso, até o próximo post!



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