sexta-feira, abril 16, 2004

> As frutas são de ótima qualidade, grandes, doces, e tal, porém, incrivelmente caras! Só pra se ter uma idéia, uma dúzia de banana chega a custar o equivalente a R$6,00! As frutas mais baratas que eu encontrei ainda foram maçã e goiaba (custando o equivalente a R$2,00 cada!)

Aspectos da cultura (EXTREMAMENTE GENERALIZANDO, hein?):
> A crença do povo (generalizando) é o resultado de uma antropofagia de várias crenças orientais: budismo, xintoísmo, taoísmo, etc...
> O modo de eles se vestirem imita muito roupa de passarela, ou seja, um baita dum bom gosto, no qual você vê combinações de meia-calça amarela com salto preto, cabelos esculpidos com gel ou secadora de cabelo, umas coisas meio estrambólicas; uma experiência visual bem marcante mesmo!
> São meio grossos no que diz respeito às relações humanas: o jeito de falar é grosso, ao andar na rua não pedem desculpas quando esbarram em você sem querer, não fazem fila num banheiro lotado - lutam por um reservado, cada um por si, o resto que se d*n*- , não são menos malandros que os brasileiros, tanto na hora da compra, da pechincha, de tirar vantagens das situações, etc.
> A cultura jovem é quase completamente niponizada. Só faltava eles falarem japonês.
> Não se encontram mendigos na rua; o espaço debaixo da ponte não é moradia para marginalizados, mas sim, estacionamentos.
> Ricos e empresários têm costume de freqüentar bares de KTV (karaoke), que é como um "bordel de luxo".
> Dentro dos shoppings não se vêem lojas como aqui, mas sim, stands super bem organizados.
> Ou o Brasil tem feriados demais, ou o pessoal de lá trabalha demais; parece que ninguém pensa em tirar folga; querem manter sempre a caixa aberta para a entrada de dinheiro.
> Eles têm uma consciência ambiental muito boa. Baniram o uso de isopor e agora usam descartáveis de papel. Controlam o uso do plástico, regulamentando, pra começar, o uso de saquinho plásticos de lojas, supermercados, etc.; é cobrado um valor por cada saquinho da loja que você queira levar em cada compra. Ou seja: leve de casa, reutilize o máximo possível.